Estão abertas as inscrições para bolsistas do Projeto Dom Helder Câmara III de Sustentabilidade e Inovação no Semiárido. Pelo processo de seleção simplificado, divulgado pela Fundação Guimarães Duque da UFERSA, os bolsistas irão atuar como Articuladores de Desenvolvimento Territorial (ADT) nos territórios contemplados pelo projeto, que tem a UFERSA como executora. Ao todo, são 16 territórios nos estados do Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Bahia e região norte de Minas Gerais.
No Rio Grande do Norte, estão sendo ofertadas 3 vagas, sendo uma para a região do Alto Oeste, uma para o território do Mato Grande e outra vaga para o território do Potengi. O valor da bolsa é de R$ 5.200,00 mensais por até dois anos. As inscrições começam no dia 19 de dezembro e vão até o dia 05 de janeiro pelo site da Fundação Guimarães Duque.
Os candidatos às vagas precisam ter diploma devidamente registrado de conclusão de curso superior em qualquer área de formação, em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação – MEC, além de experiência comprovada na realização de trabalhos ou participação em projetos anteriores no território para o qual se candidatou. Também é necessário residir no território para o qual se candidatou e ter uma experiência mínima de dois anos em trabalhos com organizações sociais de base em comunidades rurais, articulação de entidades e organização de eventos.
Sobre o projeto – O Projeto Dom Hélder Câmara III (PDHC III) é uma iniciativa do Ministério do Desenvolvimento Agrário, do Governo Federal, em parceria com o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), que visa promover o desenvolvimento rural sustentável, fortalecimento da agricultura familiar, inclusão socioprodutiva, inovação, formação e melhoria da governança territorial em áreas rurais do semiárido brasileiro.
O público-alvo prioritário das ações do PDHC III, em consonância com as diretrizes do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do FIDA, são:
– Agricultores e agricultoras familiares dos territórios atendidos;
– Jovens rurais, com foco em formação, inclusão produtiva e fortalecimento da participação social;
– Mulheres rurais, visando ampliar o acesso a políticas públicas, a autonomia econômica e a participação nas instâncias de governança;
– Povos e comunidades tradicionais (PCTs), incluindo comunidades quilombolas, indígenas, fundo e fecho de pasto, pescadores artesanais e outras formas tradicionais de organização;
– Assentados(as) da reforma agrária; e
– Organizações socioprodutivas, como associações, cooperativas, grupos produtivos e agroindústrias de base familiar.
