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Comunicação

Nos caminhos da Engenharia Florestal

Reconhecimento 7 de outubro de 2016. Visualizações: 3585. Última modificação: 07/10/2016 08:04:06
Aula de campo com alunos da Engenharia Florestal. Encontro do sertão com o litoral / Foto cedida

Aula de campo com alunos da Engenharia Florestal. Encontro do sertão com o litoral / Foto cedida

Implantado em 2010 e com a primeira turma ingressando em 2011, o curso de Engenharia Florestal da Ufersa foi criado com o objetivo de formar profissionais para administração dos recursos florestais madeireiros e não madeireiros, ou seja, administrar as florestas com responsabilidade e respeitando os ecossistemas. E nesse contexto o bioma da Caatinga saiu ganhando. “Nosso curso, por estar localizado em uma região de Caatinga, possui o diferencial de preparar os estudantes para atuação na região semiárida do país, sem, no entanto, deixar a desejar sobre o conhecimento florestal de outros biomas”, esclarece a coordenadora do curso de Engenharia Florestal da Ufersa, a professora Rejane Tavares Botrel.

Bioma caatinga alvo de estudos da Engenharia Florestal / Foto cedida

Bioma caatinga alvo de estudos da Engenharia Florestal / Foto cedida

A cada semestre são 25 novos alunos que ingressam na graduação. Até o momento, duas turmas já se formaram e uma terceira está a caminho da colação em dezembro, mas para os primeiros formandos a simbologia da conclusão do curso vai acontecer neste final de semana com o descerramento da placa de formatura que será fixada no laboratório de Engenharia Florestal.

Uma curiosidade do curso é que a primeira formanda da Engenharia Florestal voltou para a Ufersa na condição de professora efetiva. Narjara Walessa Nogueira é natural de Caraúbas e já tinha uma formação em Agronomia antes de entrar na Florestal. A jovem docente, que atualmente já é doutora, se formou em 2015 e passou 5 meses como professora substituta. Há 30 dias, foi empossada como professora efetiva do curso.

Narjara Walessa, de aluna a professora da Ufersa / Foto Assecom

Narjara Walessa, de aluna a professora da Ufersa / Foto Assecom

“A engenharia florestal é uma profissão apaixonante, com a qual sempre me identifiquei, e estou muito contente com a oportunidade de contribuir para a consolidação do curso de Engenharia Florestal da UFERSA, curso novo, mas com grandes perspectivas de expansão. O desejo de ingressar na carreira docente é antigo, venho nutrindo este desde a graduação e nada mais gratificante do que realizar este sonho na instituição onde cursei graduação e pós-graduação”, relata Narjara.

Para a coordenação do curso, a Engenharia Florestal da Ufersa já conseguiu inúmeras vitórias ao longo desses últimos 6 anos. O curso foi reconhecido com conceito 4 pelo Ministério da Educação, a maior nota de um curso de Engenharia Florestal do Nordeste. “O processo de reconhecimento do curso em maio deste ano, que atribuiu ao nosso curso nota 4, renovou as energias dos discentes e docentes e nos trouxe extremo orgulho, visto que atualmente no nordeste, a Engenharia florestal da Ufersa é a única que possui tal conceito. Com pouco mais de 05 anos de existência, o curso tem crescido, principalmente devido ao empenho do nosso corpo docente que sempre trabalha procurando formar profissionais aptos a competir no mercado de trabalho em qualquer região do país”, comemora a professora Rejane Tavares.

Professora Rejane Tavares Botrel, coordenadora de Engenharia Florestal da Ufersa / Foto Assecom

Professora Rejane Tavares Botrel, coordenadora de Engenharia Florestal da Ufersa / Foto Assecom

Ainda falando do corpo docente, a Engenharia Florestal conta com 11 professores específicos – sendo 9 doutores e 2 doutorandos – e mais 40 que ensinam as disciplinas de base. As conquistas também se estendem a parte física com a construção de um laboratório para as atividades práticas do curso. O prédio foi concluído e aguarda somente a climatização para ser inaugurado.

CONGRESSO NORDESTINO DE ENGENHARIA FLORESTAL – O bom reconhecimento e o trabalho desenvolvido no curso credenciaram a Ufersa para sediar o Congresso Nordestino de Engenharia Florestal de 2018, o CONEFLOR. O anúncio foi feito no Congresso desse ano no Piauí. Em 2018, professores e estudantes devem se reunir em Mossoró para discutir o tema “Engenharia Florestal no Nordeste: identidade e desenvolvimento”. A preparação para a realização do evento já começou.

Alunos da Engenharia Florestal no laboratório do curso / Foto Assecom

Alunos da Engenharia Florestal no laboratório do curso / Foto Assecom